A atitude crítica [i] A primeira característica da atitude filosófica é negativa, isto é, um dizer não ao senso comum, aos pré-conceitos, aos pré-juízos, aos fatos e às idéias da experiência cotidiana, ao que “todo mundo diz e pensa”, ao estabelecido. A segunda característica da atitude filosófica é positiva, isto é, uma interrogação sobre o que são as coisas, as idéias, os fatos, as situações, os comportamentos, os valores, nós mesmos. É também uma interrogação sobre o porquê disso tudo e de nós, e uma interrogação sobre como tudo isso é assim e não de outra maneira. O que é? Por que é? Como é? Essas são as indagações fundamentais da atitude filosófica. A face negativa e a face positiva da atitude filosófica constituem o que chamamos de atitude crítica e pensamento crítico. A Filosofia começa dizendo não às crenças e aos preconceitos do senso comum e, portanto, começa dizendo que não sabemos o que imaginávamos saber; por isso, o patrono da Filosofia, o grego Sócra...
A analogia é o raciocínio que se desenvolve a partir da semelhança entre casos particulares. Através dele não se chega a uma conclusão geral, mas só a outra proposição particular. Além disso, assemelha-se à indução, mas considera somente um caso particular como ponto de partida. Na nossa vida prática, são comuns as ações por analogia: · Se a minissaia fica bem numa atriz de TV, muitas espectadoras tendem a pensar que também ficaria bem nelas; · Se tal remédio fez bem para um amigo meu, logo deverá fazer bem a mim também; · Se fulana emagreceu com um tipo de regime da lua, logo cicrano também emagrecerá; e assim por diante. Com a esperança nem sempre válida de obter os mesmos resultado a analogia serve para o raciocínio, mas não para todo o raciocínio formal e científico. Ele constituí em um elemento primordial, primeiros passos ao estabelecer relação ...
Muitas pessoas são introduzidas à lógica sem se deparar com as seguintes perguntas: O que é lógica? Para que serve a lógica? Qual seu objeto de estudo? Tais perguntas devem fazer completo sentido, e revelam-se relevantes a todo aquele que se interessa não apenas por aprender uma determinada técnica, mas também por conhecer os seus fundamentos e o seu objetivo. Você pode abrir um livro de lógica e deparar-se com a seguinte passagem: 1 (1) p→q A 2 (2) ¬q A 1,2 (3) ¬p 1,2MP Caso ainda não conheça lógica, a passagem pode fazer tanto sentido quanto a sentença: “a melão senhora bombeiros de”. Para que a passagem faça sentido, você precisa dominar a sintaxe da lógica formal e seus métodos de prova – e isto exige um estudo técnico, em que você introjeta certas...
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